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AGENTES MULTIPLICADORES DE GESTÃO AMBIENTAL COMEÇAM A ATUAR NO TRF3
Eles serão representantes da Comissão Permanente de Gestão Ambiental em cada setor

A Comissão de Gestão Ambiental da 3ª Região reuniu-se, pela primeira vez, no dia 24 de novembro, com seus agentes multiplicadores para discutir algumas maneiras de cuidar do meio ambiente no local de trabalho. “Os agentes multiplicadores serão um braço da Comissão em cada setor do Tribunal e da Justiça Federal, em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Eles serão responsáveis por fazer com que os objetivos da comissão sejam disseminados e cumpridos”, afirmou, durante a reunião, o juiz federal Otavio Port, um dos membros da Comissão.

O papel do agente multiplicador é promover ações efetivas, visando à melhoria da gestão dos recursos ambientais e materiais por intermédio da redução, reutilização e reciclagem, incentivando todos os colaboradores a cuidarem do meio ambiente. Segundo a desembargadora federal Consuelo Yoshida, presidente da Comissão, “a finalidade da figura do agente multiplicador é a mobilização, pois a Comissão sozinha não faz milagre”.
A servidora Fátima Felix, também da Comissão, conta que “em princípio, o trabalho do agente multiplicador deve ser de muita criatividade e boa vontade”.

A desembargadora Consuelo Yoshida afirmou que os principais insumos do Tribunal são água, energia e papel. “Medidas simples e criativas podem fazer toda a diferença para o meio ambiente, como utilizar um copo plástico descartável por dia, imprimir as folhas frente-e-verso, criar o hábito de leitura por meio da tela do computador, dispensando a impressão, entre outras”. Fátima Felix também dá algumas dicas: “cada setor poderia separar o lixo orgânico do reciclável e pedir que ele fosse recolhido separadamente. Outra medida seria desligar o ar condicionado 15 minutos antes de se encerrar o horário de expediente”.

O diretor da Secretaria de Assistência Médico-Social, Alberto Ogata, afirmou que “o trabalho implementado pela Comissão de Gestão Ambiental tende a se tornar institucional, pois já faz parte do Planejamento Estratégico do Tribunal e do CNJ”. Segundo ele, já é possível constatar avanços no TRF3: “com a utilização das impressoras no modo econômico, imprimindo-se apenas o necessário e doando os cartuchos de tinta ao final do uso, em um ano já houve redução em 50% no uso dos cartuchos. É um impacto muito grande”.

“Se todas as pessoas fizerem sua parte, o benefício para o meio ambiente será enorme. Não queremos que essa tarefa seja um ônus para os servidores, mas sim que as medidas ambientais sejam incorporadas em seus hábitos rotineiros”, explica a desembargadora Consuelo Yoshida.

Comissão de Gestão Ambiental
A Comissão Permanente de Gestão Ambiental foi criada em junho de 2008 e é composta por servidores e magistrados que têm como objetivo planejar e implementar ações voltadas à gestão ambiental nas Seções Judiciárias de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Essa tarefa requer a elaboração de campanhas de esclarecimento, treinamento e orientação a magistrados, servidores, estagiários e terceirizados.

“A comissão surgiu com a preocupação da Presidência do TRF3 com a preservação ambiental. Trata-se de uma questão de cidadania. Se nós fazemos economia de energia e água em casa, por que não fazer no trabalho também?”, questiona o juiz Otavio Port.

Quem quiser enviar idéias, sugestões e indicações de leitura, vídeos e outros para a Comissão de Gestão Ambiental, pode encaminhar um e-mail para ambiental@trf3.jus.br  

Ana Carolina Minorello
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