Estiveram em visita ao Juizado Especial Federal de São Paulo, nesta manhã, dia 18 de julho, Eduardo da Paixão Vilhena, Marcos Torreão e Lia Mitsuya, que fazem parte do projeto "Justiça sem papel", onde foram recepcionados por José Eduardo dos Santos Neves, desembargador federal Coordenador dos Juizados Especiais Federais da 3a Região e por José Carlos Motta, juiz presidente do Juizado Especial Federal de São Paulo.
O projeto "Justiça sem papel" vem sendo conduzido pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro em conjunto com o Ministério da Justiça, com apoio de associações de magistrados. A finalidade é identificar problemas, estudar soluções e disseminar modelos que deram certo, buscando contribuir para uma maior celeridade dos procedimentos do Poder Judiciário e dar maior visibilidade das realizações da justiça à sociedade.
Os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer as rotinas do procedimento no Juizado, desde o atendimento inicial, no qual os pedidos são inseridos no sistema por meio de petições padronizadas, passando pelas citações e intimações eletrônicas, as audiências, que permitem a documentação do depoimento das testemunhas em áudio, as sentenças líquidas, os julgamentos em lote, que tem possibilitado o proferimento de mais de 50 mil sentenças por mês, tudo isso aliado à simplificação dos ritos processuais e operacionalizado por um gabinete e secretaria únicos para atender a todos os juízes, com uma estrutura de apenas 86 servidores.
"Não imaginávamos que pudesse existir um conhecimento tão vasto em matéria de informática aplicado a esta finalidade", declarou Eduardo Vilhena, coordenador do projeto, em relação aos ganhos em matéria de agilidade e redução de custos nos serviços da justiça com o modelo adotado pelo Juizado em São Paulo.

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Assessoria de Comunicação Social do TRF3
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