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13 / junho / 2005
JEF DE SÃO PAULO PROMOVE ATIVIDADE DE INTEGRAÇÃO NA UNIDADE DESCENTRALIZADA DE FRANCISCO MORATO

 

     O Juizado Especial Federal de São Paulo, buscando aperfeiçoar a qualidade de atendimento à população, promoveu, na última sexta-feira, 10/06, atividade de integração entre seus servidores e os funcionários que atuam nos serviços oferecidos pelo Centro Integrado de Cidadania de Francisco Morato, dentro do qual funciona uma de suas unidades descentralizadas.
     A Unidade Descentralizada de Francisco Morato é fruto de parceria entre o Juizado, a Secretaria de Estado da Justiça, o Ministério da Justiça, através da Secretaria de Reforma do Judiciário, e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento-PNUD.
     O encontro contou, em sua abertura, com a participação do Coordenador dos Juizados da 3ª Região, desembargador federal José Eduardo Santos Neves, que lembrou que, somente em São Paulo, o Juizado Especial Federal já proferiu mais de 500 mil sentenças e pagou em condenações mais de 1 bilhão e 900 mil reais.
     Esteve também presente o juiz federal Leonardo Safi de Melo, que atua no juizado da capital. Em seu pronunciamento, o magistrado destacou que dar prioridade ao atendimento da parcela oprimida da população representa uma grande reformulação na Justiça. "Pior do que perder uma ação é não ter resposta", declarou, reafirmando a informalidade e a celeridade dos procedimentos na Justiça Especial, onde o processo é totalmente informatizado.
     O Diretor do Foro da Seção Judiciária de São Paulo, juiz federal Paulo Sérgio Domingues, encerrou a cerimônia assinalando que a idéia de juntar num único local diversos serviços ao alcance do cidadão representa uma mudança de postura por parte do Estado, à qual a Justiça também está aderindo.
     Na seqüência, os servidores participaram de atividades em grupo, estudando estratégias para lidar com problemas cotidianos. Houve também um momento reservado à exposição individual de cada um sobre a sua atividade dentro do CIC, no qual ficou clara a idéia de que o centro pretende ser mais do que um local de prestação de serviços: quer ser um espaço de articulação dos poderes públicos com a comunidade. O objetivo é aproximar o estado dos indivíduos para a solução conjunta de problemas.
     Na parte da tarde, os participantes assistiram à uma exposição da socióloga e pesquisadora Eneida Gonçalves de Macedo Haddad, que discorreu sobre a luta pela preservação dos direitos dos idosos, desde o regime militar, quando as associações de idosos e aposentados ganharam novo impulso, passando pela inserção de direitos na Constituição de 1988 até chegar ao Estatuto do Idoso. Ela lembrou que tudo isso foi conquistado pelo movimento dos idosos e entende a existência dos Juizados Especiais como mais um capítulo nessas conquistas.

Fonte: Juizado Especial Federal de São Paulo

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Assessoria de Comunicação Social do TRF3

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