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22 / fevereiro / 2011
ESCOLA DE MAGISTRADOS RECEBE O POETA E PROFESSOR AFFONSO ROMANO DE SANT´ANNA

Especialista discorrerá sobre o tema “Arte: o Direito e as Transgressões Contemporâneas”

A Escola de Magistrados da 3ª Região - EMAG, dirigida pela desembargadora federal Salette Nascimento, recebe nesta sexta-feira, 25/2, o poeta e professor Affonso Romano de Sant’Anna para proferir palestra sobre o tema “Arte: o Direito e as Transgressões Contemporâneas”, como parte do ciclo de conferências Direito e Arte.

O evento terá início às 10h, no auditório da Emag, na Avenida Paulista, 1912, 1º andar e será aberto ao público.

Conheça o palestrante

O professor possui mais de 40 livros publicados, lecionou em diversas universidades brasileiras, como Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG; Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC/RJ; Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ; Universidade Federal Fluminense - UFF. No exterior, lecionou nas universidades da Califórnia (UCLA), Koln (Alemanha), Aix-en-Provence (França). Foi bolsista de várias fundações internacionais como a Ford Foundation, Guggenheim, Gulbenkian e o DAAD da Alemanha.

Nascido em Belo Horizonte (1937), desde os anos 60, teve participação ativa nos movimentos que transformaram a poesia brasileira, interagindo com os grupos de vanguarda e construindo sua própria linguagem e trajetória. Data dessa época sua participação nos movimentos políticos e sociais que marcaram o país. Como poeta e cronista foi considerado pela revista “Imprensa”, em 1990, como um dos dez jornalistas que mais influenciam a opinião do Brasil.

Nos anos 70, dirigindo o Departamento de Letras e Artes na PUC/RJ, estruturou a pós-graduação em literatura brasileira, considerada uma das melhores do país. Trouxe ao Brasil conferencistas estrangeiros como Michel Foucault e, apesar das dificuldades impostas pelo regime militar, realizou uma série de encontros nacionais de professores, escritores e críticos literários, além de promover a “Expoesia” - evento que reuniu 600 poetas num balanço da poesia brasileira.

Foi autor, dentro da universidade, de trabalhos pioneiros sobre música popular, como o livro "Música popular e moderna poesia brasileira".

Em sua atividade como jornalista trabalhou nos principais jornais e revistas do país: Jornal do Brasil (pesquisador e revisor); revista Senhor (colaborador); Veja (crítico); Isto É (Cronista); colaborou com o jornal O Estado de São Paulo. Foi cronista da revista Manchete, do Jornal do Brasil e de O Globo.

Durante o regime militar, Affonso Romano de Sant'Anna publicou poemas nos principais jornais do país, não nos suplementos literários, mas nas páginas de política. Poemas como “Que país é este?” (traduzido para o espanhol, inglês, francês e alemão), foram transformados em milhares de pôsteres e colocados em escritórios, sindicatos, universidades e bares.

Presidiu a Biblioteca Nacional — a oitava biblioteca do mundo, com oito milhões de volumes — e realizou, entre 1990 e 1996, a modernização tecnológica da instituição, informatizando-a, ampliando seus edifícios e lançando programas de alcance nacional e internacional.

Foi Presidente do Conselho do Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe-CERLALC), 1993-1995.

Tem participado de dezenas de encontros internacionais de poesia. Esteve no Festival Internacional de Poesia Pela Paz, na Coréia (2005); realizou uma série de leituras de poemas no Chile, por ocasião do centenário de Neruda (2004); esteve na Irlanda; no Festival Gerald Hopkins (1996), na Casa de Bertold Brecht, em Berlim (1994), no Encontro de Poetas de Língua Latina (1987), no México e no Encontro de Escritores Latino-americanos em Israel (1986).

Recebeu vários prêmios nacionais, destacando-se o da Associação Paulista de Críticos de Arte pelo "conjunto de obra".

Foi jurado de uma série de prêmios internacionais como o Prêmio Camões (Portugal/Brasil); Prêmio Peres Bonald (Venezuela), Prêmio Pégaso/Mobil Oil (Colômbia/USA) e Reina Sofia (Espanha).

Diversos textos seus foram adaptados para o teatro, balé e música e existem diversos CDs de literatura gravados com sua voz junto com a voz de diversos atores.

Sua obra tem sido objeto de teses de mestrado e doutorado no Brasil e no exterior.

Recebeu algumas das principais comendas brasileiras como Ordem Rio Branco, Medalha Tiradentes, Medalha da Inconfidência, Medalha Santos Dummont.

É casado com a escritora Marina Colasanti.

Escreveu, dentre outros, os livros Canto e Palavra;
Poesia sobre Poesia; A Grande Fala do Índio Guarani; Que País é Este; A Catedral de Colônia e Outros Poemas; A Poesia Possível.

Assessoria de Comunicação

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