Em dois dias, houve 67 acordos, que somaram R$ 62 mil
A Central de Conciliação de São Paulo (Cecon/SP) realizou, nos dias 14 e 15/2, rodada de conciliação envolvendo o Conselho Regional de Psicologia (CRP), que resultou em 67 acordos, e movimentou R$ 62.756,71.
Todos os acordos foram promovidos em representações pré-processuais (RPPs), evitando o ajuizamento de ação executiva de débitos pelo conselho. Todas as audiências realizadas resultaram em acordo.
As dificuldades do momento econômico não impediram que o conselho e os profissionais se dispusessem a compor e solucionar pendências, com iniciativa e a intermediação da Cecon/SP, em inédita rodada de conciliação, concebida e dirigida pela coordenadora pela juíza federal Ana Lúcia Iucker Meirelles de Oliveira. A experiência revelou perspectivas muitas positivas para ampliação do projeto, de grande importância por envolver representações pré-processuais, capazes de evitar a propositura de centenas de execuções fiscais.
Ana Paula Mendes participou de uma audiência e saiu satisfeita com o resultado. “Fui muito bem recebida. Só tenho que agradecer. Foi um acordo justo. Eles (representantes do CRP) são bastante flexíveis. Ficou bom para ambas as partes. Para mim, que consegui quitar o meu débito. Imagino que para eles também.”
Outros acordos
“Eu tinha algumas anuidades em débito, por questões financeiras particulares. Já tinha a expectativa de receber um recurso em março e pretendia utilizá-lo para quitar. Fui convidada para essa reunião de conciliação, para acertar os valores pendentes. Obtive um desconto significativo e consegui negociar um parcelamento, que vai me ajudar neste momento”, relatou outra profissional que preferiu não se identificar.
“Há três semanas recebi um e-mail convidando para essa audiência de conciliação. Foi um débito referente a 2018, um ano de muitas mudanças para mim e eu não me dei conta que não havia pago. Vim no horário marcado, na Praça da República. A conciliação foi rápida e estou saindo daqui com o assunto já resolvido, com os dois boletos quitados. Eu não sabia do débito e preferia ter sido avisada antes pelo conselho. Diante do que se deu, estou satisfeita”, apontou a última entrevistada.
Assessoria de Comunicação Social do TRF3
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