Reunião buscou alinhar soluções propostas em segurança cibernética às necessidades específicas da corte
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) recebeu, no dia 13 de maio, magistrados e servidores que atuam no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para tratar do Programa Justiça [+Segura]. O objetivo foi alinhar as soluções propostas em segurança cibernética às necessidades específicas da corte. A reunião ocorreu no Plenário do edifício-sede, na Avenida Paulista.
A agenda estratégica aliou articulação institucional, validação técnica de diagnósticos e soluções e fortalecimento da atuação coordenada em rede no Poder Judiciário.

Desembargadora federal Daldice Santana abriu os trabalhos (Fotos: Acom/TRF3)
Participaram do encontro os desembargadores federais Daldice Santana (presidente da Comissão de Informática do TRF3), Nino Toldo, Consuelo Yoshida, José Lunardelli (membros da comissão) e Nelson Porfírio (presidente da Comissão Local de Segurança da Informação da Justiça Federal da 3ª Região); os juízes federais Carlos Alberto Navarro Perez (em auxílio à Presidência) e Caio Moysés de Lima (membro do Comitê Gestor do PJe e PDPJ); os juízes auxiliares da Presidência do CNJ João Felipe Menezes e Henrique Paiva; bem como integrantes de setores ligados à tecnologia da informação de ambas as instituições.
A desembargadora federal Daldice Santana abriu os trabalhos e ressaltou a importância da pauta.
“A todo o momento estamos sofrendo ataques. A ameaça é permanente e duradoura”, disse.
Reunião ocorreu no Plenário do TRF3
O juiz federal da 3ª Região João Felipe Menezes mencionou que a Justiça não faz praticamente nada com utilização de papel, mas sim por meio de sistemas digitais, o que requer atuação conjunta em busca de segurança.
“O nível de digitalização em que estamos é exemplar, mas ao mesmo tempo ampliamos significativamente o risco de ataques”, observou.
O magistrado reforçou a importância da atuação conjunta com os tribunais. Para ele, considerando o grau de maturidade institucional em que estes se encontram, o papel do CNJ torna-se mais de orquestrador do que de provedor de soluções.
Os trabalhos continuaram no período da tarde, com a reunião de equipes especializadas abordando análise de riscos e vulnerabilidades.
Juiz federal da 3ª Região João Felipe Menezes, que atua em auxílio à Presidência do CNJ
Justiça [+Segura]
O projeto Justiça [+Segura] é uma parceria entre o CNJ e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) voltada ao fortalecimento da segurança cibernética no Poder Judiciário, com foco na garantia da proteção de dados e da continuidade dos serviços judiciais.
A governança está dividida em quatro eixos transversais: coordenação geral, unidade de monitoramento e controle integrado; unidade de gestão técnica e operacional e unidade de formação e comunicação. Além disso, há quatro frentes de trabalho: compliance normativa, conformidade operacional, governança em rede e fomento à cultura de segurança cibernética.
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Assessoria de Comunicação Social do TRF3
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