Evento continua amanhã, 23 de junho, na Aldeia Arroio Korá
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) e a Justiça Federal em Mato Grosso do Sul (JFMS) realizaram nesta segunda-feira, 22 de junho, a solenidade de abertura da 12ª edição do projeto “Caminho do Acordo”, na Aldeia Pirajuí, em Paranhos (MS).
A ação segue amanhã, 23 de junho, na Aldeia Arroio Korá, e tem como propósito levar serviços às populações que vivem em locais de difícil acesso.
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Abertura da nova edição do Caminho do Acordo na Aldeia Pirajuí, em Paranhos (Fotos: JFMS)
O evento contou com a presença do presidente da Comissão Regional de Projetos de Itinerância e de Acesso à Justiça (Criajus) do TRF3, desembargador federal Carlos Muta; do diretor do Foro da Seção Judiciária de Mato Grosso do Sul (SJMS), juiz federal Fernando Nardon Nielsen; da juíza federal Dinamene Nascimento Nunes; do prefeito de Paranhos, Heliomar Klabunde; da secretária municipal de Assistência Social, Neftali Klabunde; do defensor público da União Silvio Rogério Grotto; e do cacique da Aldeia Pirajuí, Capitão Inocêncio Vilhalva, além de autoridades e representantes de instituições parceiras.
Durante a cerimônia, representantes da comunidade realizaram entrega de peças de artesanato produzidas na Aldeia Pirajuí aos magistrados, em um gesto de reconhecimento e valorização da cultura indígena.
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Desembargador federal Carlos Muta recebe peça de artesanato
O cacique Capitão Inocêncio Vilhalva ressaltou a importância da presença das instituições na localidade.
A iniciativa é uma parceria da Justiça Federal com a Procuradoria Federal, a Defensoria Pública da União (DPU), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Instituto de Identificação, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), a Prefeitura de Paranhos e lideranças indígenas.
Primeiro dia
Nem o frio intenso e a chuva foram capazes de impedir que moradores da Aldeia Pirajuí, localizada no município de Paranhos, a cerca de 480 quilômetros de Campo Grande e 30 quilômetros da área urbana, comparecessem ao projeto em busca de atendimentos essenciais.

População aguarda na triagem
Durante a ação, foram realizados atendimentos pelo INSS e pela Funai, além de orientações jurídicas feitas pela DPU. Também foram emitidas Carteiras de Identidade Nacional (RG), ampliando o acesso à documentação civil.
A área da saúde, por meio da Sesai, ofereceu assistência médica à comunidade, fortalecendo a atenção básica.

Ramao Cardoso Ortiz teve reconhecido o direito a aposentadoria por idade

Atendimentos realizados na comunidade indígena

Acadêmicos de Direito da UFMS atuaram em apoio a DPU nos atendimentos as partes
Assessoria de Comunicação Social do TRF3
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