Evento é organizado pelo CJF e segue até 24 de abril
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) sedia, de 22 a 24 de abril, o encontro presencial do grupo de trabalho sobre o projeto do Sistema Eletrônico de Recursos Humanos (SERH) - servidores, organizado pelo Conselho da Justiça Federal (CJF).
O evento tem como objetivo realizar simulações práticas, testes de fluxos e validações operacionais a fim de assegurar a aderência às normas, identificar ajustes necessários e consolidar procedimentos padronizados no âmbito da 3ª Região.
Desembargadoras federais Daldice Santana e Mônica Nobre (Fotos: Acom/TRF3)
O processo exige alinhamento institucional, principalmente quanto à uniformização de fluxos de trabalho e às regras relativas a servidores, denominadas de negócio. Nesse sentido, destaca-se a criação de grupo de negócio nacional para apoiar a ação.
A abertura contou com a participação das desembargadoras federais Mônica Nobre, coordenadora dos Juizados Especiais Federais da 3ª Região, representando a Presidência do TRF3; e Daldice Santana, presidente da Comissão de Informática da Corte.
Participantes durante encontro SERH - servidores
Também estiveram presentes a diretora-geral do TRF3, Marta Fernandes Marinho Curia; o gerente nacional do projeto SERH, Tiago da Costa Peixoto; e a coordenadora nacional da área de negócios do SERH e servidora do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), Aline Reuter.
A desembargadora federal Mônica Nobre mencionou a efetivação das funcionalidades voltadas à magistratura que ocorreu em 2025 e afirmou que agora o propósito é avançar na implementação do módulo destinado aos servidores, com conclusão prevista para o primeiro semestre de 2027, conforme a Portaria CJF 125/2026.
“A participação de todos é essencial para garantir uma implantação segura, eficiente e alinhada às diretrizes nacionais, contribuindo para o fortalecimento da gestão de pessoas na Justiça Federal”, ressaltou a magistrada.
Gerente nacional do projeto SERH Tiago da Costa Peixoto
Para a desembargadora federal Daldice Santana, a necessidade do uso da ferramenta é baseada em questões técnicas e potencialidades que oferece para o Judiciário.
“Não é racional do ponto de vista econômico nem do dispêndio de energia termos sistemas diferentes”, observou.
O gerente nacional do projeto SERH destacou que a 3ª Região é a mais avançada no projeto de implantação do sistema, sendo a primeira que implantou o conjunto de funcionalidades voltadas à magistratura. Para ele, os dias de imersão vão permitir que se adquira um conhecimento mais profundo.
“O intuito é melhorar o processo de tomada de decisão em relação a migração de dados.”
Servidora do TRF4 Aline Reuter
A servidora do TRF4 Aline Reuter pontuou que o sistema é bastante automatizado e está configurado para aceitar as regras que a 4ª Região utiliza.
“A ideia é que os colegas percebam se há alguma diferença ou divergência e o que pode ser feito para que ocorra a padronização.”
A coordenação do encontro é feita pelo CJF, representado pelo gerente nacional do SERH, Tiago da Costa Peixoto, e pelo representante da Comissão Temática de Negócio de Gestão de Pessoas, Kleb Amâncio Gama; e pelo TRF4, com as servidoras Aline Reuter, Rosana Silva de Andrade e Adriana Maria Ramos Tomasi Santanna.
SERH
A ferramenta, desenvolvida pelo TRF4 e instituída como sistema corporativo nacional pela Resolução CJF nº 696/2021, foi criada para executar gestão de informações históricas com máxima automação e racionalização de processos.
O uso facilita a administração de recursos humanos permitindo melhor gestão de férias, afastamentos, benefícios, cadastro de dependentes, movimentações de lotação, folha de pagamento e consignações, entre outras demandas.
Assessoria de Comunicação Social do TRF3
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