Justiça Federal em Mato Grosso do Sul realizou agenda institucional preparatória da ação, que ocorrerá nos dias 26 e 27 de maio
A Justiça Federal em Mato Grosso do Sul (JFMS) realizou, no dia 4 de maio, agenda institucional com parceiros para alinhar os preparativos da 11ª edição do projeto Caminho do Acordo, que acontecerá na Aldeia Água Branca, em Aquidauana/MS, nos dias 26 e 27 de maio.
O diretor do Foro, juiz federal Fernando Nardon Nielsen, acompanhado do defensor público da União Welmo Rodrigues Nunes e da servidora da JFMS Ana Priscila Sandim, reuniu-se com o prefeito de Aquidauana, Mauro do Atlântico, para tratar da organização logística da ação.

Reunião na Prefeitura de Aquidauana/MS
Em visita à Aldeia Água Branca, a equipe foi recebida pelo cacique Julison Farias e conversou com professores da Escola Municipal Indígena Francisco Farias, onde ocorrerá o atendimento, para apresentar os objetivos do projeto, esclarecer dúvidas e pedir apoio na divulgação.

Professores da escola onde haverá o atendimento e representantes da comunidade receberam informações sobre o mutirão e tiraram dúvidas
Os atendimentos serão realizados das 9h às 16h nos dias 26 e 27 de maio. O evento será dirigido à população da Terra Indígena Taunay/Ipegue, onde a Aldeia Água Branca está inserida.
O projeto
O Caminho do Acordo promove mutirões em aldeias indígenas para levar serviços pré-processuais de demandas previdenciárias relacionadas a aposentadoria por idade rural, pensão por morte e salário-maternidade. Magistrados, servidores e equipes de instituições do sistema de Justiça e cidadania deslocam-se a terras indígenas para atender às comunidades.
Além da Prefeitura de Aquidauana, a ação contará com a participação de outros parceiros institucionais como: Defensoria Pública da União (DPU), Procuradoria Federal, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Esta será a segunda edição do projeto em Aquidauana para atender diretamente comunidades que têm dificuldade de acesso à justiça e a serviços de cidadania. Antes, esteve na Aldeia Ipegue, no mesmo município.
Outras nove edições já ocorreram nos seguintes locais: Aldeias Bororó (Dourados), Jaguapiru (Dourados), Buriti (Dois Irmãos do Buriti), Lalima (Miranda), Te’yi´kue (Caarapó), Amambai (Amanbai), São João (Porto Murtinho), Cachoeirinha (Miranda) e Patagônia (Terenos).
No dia 28 de abril, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) recebeu prêmio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pela realização do projeto. A iniciativa ficou em segundo lugar na categoria Responsabilidade Social do Poder Judiciário.
Assessoria de Comunicação Social do TRF3
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