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15 / setembro / 2022
TRF3 participa de testes sobre a integridade das urnas eletrônicas

Atividades serão realizadas nos dias de votação

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) é uma das entidades participantes do teste de integridade das urnas eletrônicas nas eleições gerais deste ano. Mais de 30 servidores do Tribunal e da Seção Judiciária de São Paulo irão atuar, de maneira voluntária, na auditoria realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE/SP) nos dias de votação (2 e 30 de outubro).

A auditoria das eleições gerais de 2022 foi regulamentada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a Resolução nº 23.673/2021, e consiste em procedimento a ser realizado em 33 urnas eletrônicas escolhidas por entidades fiscalizadoras no estado de São Paulo, dentre as quais o TRF3, e submetidas a processo de auditoria para verificação da integridade, segurança e confiabilidade do equipamento.

Todos os procedimentos de auditoria serão monitorados por entidades fiscalizadoras, representantes dos partidos políticos, do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil e por qualquer pessoa interessada.

Como será o teste de integridade das urnas

Nos dias da eleição, será realizada simulação de uma votação real com cédulas que foram previamente distribuídas e preenchidas por servidores que atuam nas entidades fiscalizadoras. No caso do TRF3, foram disponibilizadas 500 cédulas para preenchimento e utilização pelo TRE/SP.

O teste leva em consideração as circunstâncias que podem ocorrer durante o pleito. Segue o mesmo rito de uma seção eleitoral comum, como emissão da zerésima (documento que comprova não haver nenhum voto na urna antes da votação) e impressão do Boletim de Urna (BU), relatório impresso que contém a apuração dos votos armazenados no equipamento.

A auditoria não é realizada com a participação de eleitores reais nem engloba o sistema de identificação biométrica. De acordo com o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, seria inviável convencer uma quantidade suficiente de pessoas a, depois de votar normalmente na sua seção eleitoral de origem, se deslocar até o ambiente do teste, habilitar o voto no equipamento auditado e, por fim, contribuir e aguardar a conclusão do experimento.

Com informações do TSE

Assessoria de Comunicação Social do TRF3 

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