TRF3 CAPACITA GESTORES E MULTIPLICADORES NO PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO
PJ-e deve dar mais celeridade à tramitação processual na Justiça Federal
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) está capacitando gestores e multiplicadores entre os servidores da Justiça Federal de SP e MS, para habilitá-los ao uso do programa do Processo Judicial Eletrônico (PJ-e). O sistema deve promover maior celeridade no andamento processual por substituir definitivamente os processos em papel e eliminar várias etapas burocráticas existentes na tramitação dos processos físicos nas Varas Federais como carimbos e juntadas de petições.
Na sexta-feira (2/12), uma turma de servidores da primeira instância foi treinada por instrutores da Secretaria de Tecnologia da Informação (SETI) e da empresa Infox, que desenvolveu o sistema PJ-e. Na próxima semana, mais outros dois grupos vão ser capacitados. A responsabilidade do projeto é da Subsecretaria de Projetos de Tecnologia da Informação (UPTI).
O PJ-e está sendo implantado aos poucos e está em fase de adaptação. No dia 16, será implantado o sistema em toda Justiça Federal da 3ª Região, especificamente para processo em matéria previdenciária, opção de nacionalidade e acordo de cooperação internacional.
A adesão ao sistema não é obrigatória, mas já há um cadastro de 200 advogados habilitados para peticionar via virtual. O programa possibilita que os processos sejam recebidos eletronicamente e, em poucos minutos, registrados, autuados, classificados e distribuídos aos juízes.
Multiplicadores
William Elias da Cruz, diretor de secretaria da 5ª Vara Federal de Santos, acha a iniciativa do PJ-e excelente. Isso deve facilitar o trabalho de sua equipe formada por 12 servidores e que hoje tem um volume de 12 mil processos em tramitação. “A informatização deve trazer celeridade. A ferramenta é de fácil manuseio”.
O servidor acredita que, com o uso contínuo, o sistema será aprimorado. Ele quer agendar uma reunião com escritórios de advocacia em Santos para apresentar o sistema e incentivar o protocolo de petições via PJ-e.
O diretor da secretaria da 8ª Vara Cível de São Paulo, José Elias Cavalcante, acredita que a ferramenta, quando estiver plenamente implementada, vai proporcionar agilidade aos processos uma vez que serão digitais.“O treinamento é necessário para podermos retransmitir a técnica aprendida aos juízes e servidores envolvidos no trabalho da vara”, afirmou.
“Imprescindível”. Foi assim que a diretora da secretaria da 1ª Vara de Taubaté, Maria Cristina Ubertini, definiu o sistema. Ela está contente com a implantação do PJ-e, mas acredita que treinamento deverá ser reforçado na vara para proporcionar a sua boa utilização. Hoje tramitam cerca de 8 mil processos na vara e acredita que todos os envolvidos – servidores, juízes, advogados e jurisdicionado – serão beneficiados com a ferramenta.
Abrangência nacional
Lançado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o PJ-e foi implementado na Justiça Federal da 3ª Região em 15 de junho, atendendo à Resolução 250/2011, alterada pela Resolução 260/2011. Inicialmente as cinco varas previdenciárias da cidade de São Paulo receberam o sistema. Gradativamente será expandido a toda 3ª Região.
Desenvolvido pelo CNJ, o programa deve funcionar como sistema único de processo eletrônico em todos os tribunais do país. O PJ-e recebeu até o momento a adesão de 52 órgãos da Justiça, além do TRF3.
Edmilson Gomes
Assessoria de Comunicação
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) está capacitando gestores e multiplicadores entre os servidores da Justiça Federal de SP e MS, para habilitá-los ao uso do programa do Processo Judicial Eletrônico (PJ-e). O sistema deve promover maior celeridade no andamento processual por substituir definitivamente os processos em papel e eliminar várias etapas burocráticas existentes na tramitação dos processos físicos nas Varas Federais como carimbos e juntadas de petições.
Na sexta-feira (2/12), uma turma de servidores da primeira instância foi treinada por instrutores da Secretaria de Tecnologia da Informação (SETI) e da empresa Infox, que desenvolveu o sistema PJ-e. Na próxima semana, mais outros dois grupos vão ser capacitados. A responsabilidade do projeto é da Subsecretaria de Projetos de Tecnologia da Informação (UPTI).
O PJ-e está sendo implantado aos poucos e está em fase de adaptação. No dia 16, será implantado o sistema em toda Justiça Federal da 3ª Região, especificamente para processo em matéria previdenciária, opção de nacionalidade e acordo de cooperação internacional.
A adesão ao sistema não é obrigatória, mas já há um cadastro de 200 advogados habilitados para peticionar via virtual. O programa possibilita que os processos sejam recebidos eletronicamente e, em poucos minutos, registrados, autuados, classificados e distribuídos aos juízes.
Multiplicadores
William Elias da Cruz, diretor de secretaria da 5ª Vara Federal de Santos, acha a iniciativa do PJ-e excelente. Isso deve facilitar o trabalho de sua equipe formada por 12 servidores e que hoje tem um volume de 12 mil processos em tramitação. “A informatização deve trazer celeridade. A ferramenta é de fácil manuseio”.
O servidor acredita que, com o uso contínuo, o sistema será aprimorado. Ele quer agendar uma reunião com escritórios de advocacia em Santos para apresentar o sistema e incentivar o protocolo de petições via PJ-e.
O diretor da secretaria da 8ª Vara Cível de São Paulo, José Elias Cavalcante, acredita que a ferramenta, quando estiver plenamente implementada, vai proporcionar agilidade aos processos uma vez que serão digitais.“O treinamento é necessário para podermos retransmitir a técnica aprendida aos juízes e servidores envolvidos no trabalho da vara”, afirmou.
“Imprescindível”. Foi assim que a diretora da secretaria da 1ª Vara de Taubaté, Maria Cristina Ubertini, definiu o sistema. Ela está contente com a implantação do PJ-e, mas acredita que treinamento deverá ser reforçado na vara para proporcionar a sua boa utilização. Hoje tramitam cerca de 8 mil processos na vara e acredita que todos os envolvidos – servidores, juízes, advogados e jurisdicionado – serão beneficiados com a ferramenta.
Abrangência nacional
Lançado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o PJ-e foi implementado na Justiça Federal da 3ª Região em 15 de junho, atendendo à Resolução 250/2011, alterada pela Resolução 260/2011. Inicialmente as cinco varas previdenciárias da cidade de São Paulo receberam o sistema. Gradativamente será expandido a toda 3ª Região.
Desenvolvido pelo CNJ, o programa deve funcionar como sistema único de processo eletrônico em todos os tribunais do país. O PJ-e recebeu até o momento a adesão de 52 órgãos da Justiça, além do TRF3.
Fotos: Edmilson Gomes / ACOM / TRF3 |
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1 – Servidor Naudiley Capistrano, da 4ª Vara Cível de Campo Grande/MS: ferramenta deve agilizar trâmite processual 2 – Integrantes da equipe responsável pelo PJ-e no TRF3: treinamento de servidores é essencial na fase de adaptação ao sistema digital 3 – William Elias da Cruz, diretor de secretaria da 5ª Vara Federal de Santos/SP: “iniciativa do PJ-e é excelente” |
Edmilson Gomes
Assessoria de Comunicação

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Assessoria de Comunicação Social do TRF3
Email: acom@trf3.jus.br
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