Evento integra projeto que debate os desafios enfrentados pelos sistemas de Justiça dos países lusófonos
A desembargadora federal Inês Virgínia, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), e a juíza federal Luciana Ortiz, auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), participaram, de 13 a 15 de julho, da segunda etapa do Projeto Espiral Saberes, Práticas e Inovação Judicial na Lusofonia, desta vez na cidade da Praia, em Cabo Verde.
Iniciado em Lisboa de 6 a 10 de julho, o projeto reúne magistrados, servidores e especialistas com o propósito de construir, de forma colaborativa, respostas aos desafios comuns enfrentados pelos sistemas de Justiça dos países de Língua Portuguesa.

Inês Virgínia e Luciana Ortiz presenteiam o vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura Judicial de Cabo Verde, Silvino Pires Amador, com um quadro enviado pelo presidente do TRF3, Johonsom di Salvo, que representa os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Foto: arquivo pessoal)
As visitas estão inseridas no contexto do Fórum dos Conselhos Superiores de Justiça da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), conhecido como Cimeira. O fórum é uma organização de cooperação internacional com a participação de órgãos de Justiça dos países-membros. O Brasil ocupa a presidência desse fórum no biênio 2026/2027, com ênfase no tema Inovação Judicial.
Idealizado pelo CNJ em parceria com o Instituto Ideas do Tribunal de Judicial de Pernambuco (TJPE) e a Escola Nacional de Formação de Magistrados (Enfam), o Projeto Espiral propõe uma nova forma de cooperação internacional.

Luciana Ortiz e Inês Virgínia em Cabo Verde
A iniciativa busca fortalecer a troca de experiências por meio da espiral de aprendizagem criativa, valorizando as realidades locais para a criação da Rede Lusófona de Inovação Judicial. Nesse método, ideias surgem a partir de um ciclo contínuo de aprendizagem, em etapas que vão da formulação até o compartilhamento e a reflexão.
Também fazem parte da equipe Andrea Cunha Esmeraldo, presidente do Laboratório de Inovação, Inteligência e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (LIODS) e conselheira do CNJ; José Faustino Macedo, juiz auxiliar da Presidência do CNJ; Miliany Meguerian, chefe do Laboratório de Inovação e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (LIODS/SEP); e Mirela Lopes, chefe da Divisão de Multimeios do CNJ.

Mirela Lopes, Faustino Macedo, Inês Virgínia, Silvino Amador, Andréa Esmeraldo, Luciana Ortiz e Miliany Meguerian
Assessoria de Comunicação Social do TRF3
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