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18 / setembro / 2012
SARAU MUSICAL REÚNE MAGISTRADOS, SERVIDORES E FUNCIONÁRIOS TERCEIRIZADOS NO TRF3

Ação faz parte do projeto Arte e Cultura e tem como objetivo buscar a melhoria da qualidade de vida dos participantes

Magistrados, servidores, familiares, estagiários e funcionários terceirizados se reuniram na noite do dia 13 de setembro, das 19h30 às 22 horas, para a 11ª Edição do Sarau Musical do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3). O evento tem como objetivo buscar a melhoria da qualidade de vida e a interação dos participantes. Esta edição contou com apresentações musicais e de dança.

Há apenas oito meses no TRF3, a servidora Nair Lazzari participou pela segunda vez do Sarau. “É muito importante esta proposta de oferecer para o servidor um espaço para aqueles que curtem arte, dança e música para que eles façam o quê gostam e se interajam”, opina. Apaixonada por música, ela conta que a família sempre foi musical: “descobri que eu gostava de cantar com o meu tio. Ele tocava violão e eu achava legal ficar cantando com ele. Era a época da Jovem Guarda e eu estava na adolescência. Neste período, a gente absorve muito facilmente as coisas e aquilo fica para sempre”.

Nesta edição do Sarau, ao lado de Beto Rodrigues (violão), Nair apresentou as canções “Misty”, de Errol Garner, já interpretada por Johnny Mathis e Ella Fitzgerald, e “Paulista”, de Eduardo Gudin e Costa Neto. “Sou eclética, gosto de MPB, Jazz, Samba, música de qualidade. Não importa o estilo, adoro cantar. Me lava a alma, me dá energia”, completa.

O grupo de servidores formado pelos seguranças Ronaldo Stelzer (voz), Vagner Brito (voz e violão) e Eduardo Santo (voz e percussão) participou pela terceira vez do Sarau e conquistou a plateia. Eles interpretaram as canções “Resposta”, de Samuel Rosa e Nando Reis; “É preciso saber viver”, de Roberto e Erasmo Carlos; e “Unchain My Heart”, de Ray Charles.

“Começamos a participar do Sarau para nos livrarmos do estereótipo de pessoa sem cultura, truculentas e tal, que os seguranças têm”, conta o servidor Ronaldo Stelzer.
O grupo despertou a atenção dos participantes do Sarau que se levantaram das cadeiras e se juntaram aos integrantes da banda para celebrar o final de mais uma edição do evento. “Tocar para os servidores é muito legal, a gente interage bastante e tem se tornado uma festa”, destaca Ronaldo.

A servidora Andrea Regina dos Santos acompanhou a apresentação dos colegas. “Tenho alguns amigos que iam se apresentar e me convidaram para que eu viesse assisti-los e prestigiá-los. Vim no Sarau anterior e fiquei muito animada. Hoje trouxe vários colegas para acompanhar as apresentações”.

Para ela, a importância deste tipo de evento está em não só tirar os servidores da rotina, mas também em promover a integração. “Acabamos vendo colegas aqui que no dia a dia não encontramos. Descobrimos habilidades diferentes dessas pessoas que a gente nunca imaginaria”, enfatiza a servidora.

O servidor Washington Luiz Valero Fernandes, diretor da Subsecretaria de Assistência Médico-Social, também prestigiou o evento. “O Tribunal é feito por seres humanos para seres humanos e muitas vezes, a gente se esquece que nós não vivemos só para trabalhar. O trabalho é parte da nossa vida assim como a descontração e a celebração da vida através da arte”, opinou.

Para a supervisora da Seção de Programas de Qualidade de Vida do Tribunal, Esther Cuvello, o sarau é uma oportunidade para o servidor extravasar, ter contato com a arte, o canto, a música e a dança. “A importância é a descontração, a alegria, trazer o servidor para cá para ter esse momento de integração. Isso está intimamente ligado à qualidade de vida e ao bem estar do ser humano”. Segundo ela, o servidor volta melhor para as suas atividades e produz mais por estar feliz. “Através da arte, procuramos também melhorar o rendimento do servidor no trabalho e na vida pessoal”.

A juíza federal Márcia Hoffmann do Amaral da Silva e Turri participou do sarau interpretando as canções “Pela Luz dos Olhos Teus”, de Vinícius de Moraes e “Hymne à L’Amour”, de Edith Piaf. “O Sarau é uma excelente iniciativa do Pró-Social, o Tribunal esta de parabéns. A cultura, a música, a arte, agregam, distraem, relaxam, e elevam o espírito. Até do ponto de vista capitalista só melhora a produção, então estão todos de parabéns”, opinou.

Para ela, o envolvimento com a arte e a música é fundamental para o desenvolvimento humano. “Nós não somos só racionais, nós temos um lado emocional, nós temos um lado sensível que nós precisamos desenvolver. O servidor, o magistrado, o operador do direito que não tem sensibilidade não é um bom operador do direito. A arte, a filosofia, a música, a dança nos desenvolvem um "feeling", uma sensibilidade, um ver o outro de uma maneira diferente que é essencial na nossa profissão’, finaliza.

Fotos: Wellington Campos/ ACOM/ TRF3

1 - Servidora Nair Lazzari;

2 - Grupo formado pelos servidores Ronaldo Stelzer (voz), Vagner Brito (voz e violão) e Eduardo Santo (voz e percussão) ;

3 - A servidora Esther Cuvello e Edson Vigil apresentaram um sapateado;

4 - Juíza federal Márcia Hoffman.



Assessoria de Comunicação
 

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