Estão pautados mais de 2 mil processos entre ações judiciais e reclamações pré-processuais
O presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, desembargador federal Newton De Lucca, e a coordenadora do Programa de Conciliação da Justiça Federal da 3ª Região, desembargadora federal Daldice Santana, abrem, hoje, 07/11, às 12h, a VII Semana Nacional da Conciliação, no Parque da Água Branca, em São Paulo, localizado na Avenida Francisco Matarazzo, 455, no bairro da Barra Funda.
Este ano, o TRF3 participará dos trabalhos junto com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo-TJSP, comandado pelo desembargador estadual Ivan Sartori.
A conciliação é um método alternativo de solução de conflitos que, buscando promover o diálogo entre as partes, permite um desfecho construído por elas a um processo judicial ou a um litígio em fase pré-processual. Ela evita a entrada de novos recursos, diminuindo o número de processos e possibilitando o uso da máquina judiciária para questões mais complexas. Durante as audiências, as partes estarão amparadas por um juiz federal enquanto discutem suas propostas de acordo.
Entre hoje e 14/11, serão examinadas questões relacionadas à aquisição da casa própria (Sistema Financeiro da Habitação); questões de previdência social; questões da carteira comercial da Caixa Econômica Federal-CEF (cheque especial, cartões de crédito e empréstimos pessoais); indenizações da CEF e Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos-ECT; reclamações pré-processuais contra a CEF e alguns Conselhos Regionais, como os de Contabilidade (CRC) e de Corretores de Imóveis (CRECI).
No total, estão pautados 2.162 processos, entre os que já estão em tramitação judicial e as reclamações pré-processuais. Uma equipe de 14 juízes federais e 43 funcionários espera atender de 900 a 1000 pessoas, durante a realização das audiências que se darão, em sua maioria, no horário das 10 às 17h. Hoje, as audiências ocorrerão entre 12h e 17h30. No domingo, dia 11/11, as audiências serão entre as 10h e 14h.
A iniciativa acontece em todo o Brasil e tem o apoio do Conselho Nacional de Justiça-CNJ, que almeja criar uma cultura de menor litigiosidade na solução de conflitos, procurando agilizar o desfecho de questões que não precisam esperar por muito tempo por uma resposta da justiça.
Assessoria de Comunicação

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Assessoria de Comunicação Social do TRF3
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