12ª Edição do Benchmarking Brasil apresenta as boas práticas socioambientais nas organizações em 2014
Com o objetivo de inspirar organizações e pessoas na busca contínua de boas práticas socioambientais, foi aberta oficialmente, hoje (4/6), no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), a 12ª Edição do Programa Benchmarking Brasil. A solenidade inicial do evento contou com a presença do desembargador federal Fábio Prieto, presidente do TRF3, da desembargadora federal Consuelo Yoshida, coordenadora da Comissão de Gestão Ambiental da Justiça Federal da 3ª Região, do vereador Gilberto Natalini e da ambientalista Marilena Lavorato, idealizadora do Programa Benchmarking Brasil.
O presidente do TRF3 agradeceu a presença de todos, falou sobre as dificuldades da questão ambiental e destacou a importância de se medir a produtividade e as boas práticas das organizações.
O magistrado apresentou aos participantes o Índice de Desempenho da Justiça (IDPJus), que mede a produtividade do Judiciário e, segundo o qual o TRF3 ficou em primeiro lugar entre os Tribunais brasileiros.
“Gostamos muito do que vocês estão fazendo aqui hoje. Temos apreço por isso e a mesma visão que vocês têm. Nós queremos escutar as boas práticas porque isso é muito útil para a sociedade”, afirmou o magistrado. Ele acrescentou ainda que “é importante não falar mal dos problemas ambientais, mas avançar naquilo que é possível. Não existem soluções simples para problemas complexos”.
O vereador Fábio Natalini também apresentou sua visão sobre a questão. “Chegamos a uma encruzilhada em que, ou damos um jeito, ou nossa casa vai se desarrumar de uma forma que nós não vamos ter como consertar. Nossa casa é o planeta; a cidade de São Paulo é um cômodo deste planeta. Cada lugar que cada um de nós tivermos, precisamos tomar conta”, aconselhou.
O Benchmarking reúne 174 empresas com 311 boas práticas certificadas por especialistas de vários países. Em 2014, foram 15 especialistas de seis países. Para a organizadora do evento, Marilena Lavorato, o Benchmarking é a fotografia da gestão socioambiental brasileira. Durante sua fala, ela apresentou as dificuldades de quem trabalha com a sustentabilidade. “Quem é da área sabe que é muito difícil realizar uma boa prática. A sustentabilidade atraiu nos últimos anos o que a gente chama de maquiagem verde, em inglês, greenwashing. O benchmarking é um contraponto a tudo isso. A empresa não apenas diz como faz, mas mostra como faz”, ressaltou.
Fotos: Wellington Campos/ACOM |
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1- A solenidade de abertura do Benchmarking Brasil contou com a presença dos desembargadores federais Fábio Prieto, presidente do TRF3, e Consuelo Yoshida, coordenadora da Comissão de Gestão Ambiental da 3ª Região; da ambientalista Marilena Lavorato, idealizadora do programa; e do vereador Gilberto Natalini; 2- Presidente do TRF3, desembargador federal Fábio Prieto; 3- Auditório do TRF3 recebe participantes do evento; |
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