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09 / junho / 2014
MINISTRO ANTÔNIO CARLOS FERREIRA PARTICIPA DO CURSO DE FORMAÇÃO DE MAGISTRADOS DA 3ª REGIÃO

Ele foi um dos integrantes do painel que tratou do relacionamento da Justiça Federal com outras instituições

Na manhã desta segunda-feira (9/6), o ministro Antônio Carlos Ferreira do Superior Tribunal de Justiça (STJ) esteve em São Paulo para participar do Curso de Formação Inicial de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região. Ele foi um dos participantes do painel que tratou da relação entre a Justiça Federal e a Caixa Econômica Federal (CEF) e que contou também com a presença dos desembargadores federais Marli Ferreira, diretora da Escola de Magistrados da 3ª Região, e Antônio Cedenho; do diretor jurídico da CEF Jailton Zanon da Silveira; e do diretor da Empresa Gestora de Ativos (Emgea) Eugen Smarandescu Filho.

Em sua palestra, o ministro, que atuou como advogado da CEF por quase 33 anos, apresentou sua experiência como diretor jurídico do banco no período de 2003 a 2011 e destacou a criação da Emgea e dos Juizados Especiais Federais (JEFs). Ao final, deixou uma mensagem para os novos magistrados: “Espero que o desempenho da magistratura traga para vocês o sentimento do dever cumprido a cada dia. A cada processo que chega as minhas mãos eu sei que tem uma família, pessoas dependendo dessa resposta. Vocês têm hoje o poder de transformar o país e a vida das pessoas”.

O diretor Jurídico da CEF, Jailton Zanon da Silveira, falou sobre “Impactos das Decisões Judiciais. Aspectos ambientais, econômicos, Tributários e Sociais”. Zanon descreveu a importância da CEF para o país e ressaltou a aposta do banco na conciliação para reduzir a litigiosidade no Judiciário. “A conciliação é um modelo pelo qual a CEF busca encerrar o litígio no menor tempo possível com o menor desgaste possível”, explicou.

O desembargador federal Antonio Cedenho agradeceu a contribuição dos integrantes da mesa, os quais classificou como pilares da conciliação na Justiça Federal, no desenvolvimento do instituto.

O magistrado apresentou a conciliação como uma das grandes saídas da Justiça. Para ele, hoje, a Justiça é dependente da conciliação. “É preciso que os senhores sintam a necessidade de procurar soluções amigáveis para os litígios judiciais”, salientou o magistrado. “É importante que os novos juízes despertem para a conciliação e descubram novos caminhos”, acrescentou.

Antonio Cedenho descreveu a conciliação como um meio de satisfação amigável que dissipa as dúvidas de um provimento de um determinado órgão jurisdicional. “Qualquer processo resolvido pela conciliação é um processo que conta com a resolução por intermédio das próprias partes. A conciliação põe fim com a certeza de que ambas as partes estão satisfeitas naquela composição do litígio, diferentemente de uma sentença tradicional onde uma das partes sai com a decisão favorável e nem sempre se chega a uma situação de equilíbrio e justiça”, opinou.

 

Fotos: Wellington Campos/ ACOM/ TRF3

1 e 2 - Mesa do evento: diretor jurídico da CEF, Jailton Zanon da Silveira, desembargadora federal Marli Ferreira, diretora da Emag; ministro Antônio Carlos Ferreira do STJ; desembargador federal Antonio Cedenho; diretor da Empresa Gestora de Ativos (Emgea) Eugen Smarandescu Filho.

3 - Plateia presente no auditório da Emag.



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